Cinco empresas estão a desenvolver uma vacina para o coronavírus: qual será a primeira a chegar ao mercado?

À medida que a pandemia causada pela Covid-19 avança pelo globo e os países tentam desesperadamente conter o vírus, a necessidade de uma vacina é claríssima. E o tempo urge.

As seguintes empresas estão atualmente numa corrida contra o tempo para desenvolverem uma vacina contra o coronavírus que possa ser disponibilizada no mercado logo que possível.

Sanofi

A farmacêutica francesa tem uma equipa de cientistas nos EUA a trabalharem em colaboração com a Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA) numa vacina que aproveite os progressos feitos anteriormente pela empresa numa vacina contra a SARS. A SARS também faz parte da família do coronavírus, o que pode dar à Sanofi uma vantagem no desenvolvimento de uma vacina para a Covid-19.

O seu capital está em risco. Isto não é um conselho de investimento.

Gilead Sciences

A Gilead está a trabalhar num tratamento para doentes infetados com a Covid-19, o qual já ajudou um doente nos EUA e, em breve, será enviado para a Ásia para testes clínicos de última fase mais abrangentes. Lá, os estudos irão determinar se o tratamento pode reverter a infeção, ajudar os doentes a recuperar mais rapidamente e a receber alta do hospital mais rapidamente.

O seu capital está em risco. Isto não é um conselho de investimento.

GlaxoSmithKline

A GSK, a gigante farmacêutica britânica, é uma das principais fabricantes de vacinas do mundo, bem conhecida por ter trazido para o mercado a vacina sazonal da gripe e a vacina contra o papilomavírus humano (HPV).

A GSK está agora a disponibilizar a tecnologia necessária a uma firma de biotecnologia chinesa para desenvolver uma vacina para o Covid-19.

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Regeneron Pharmaceuticals

A Regeneron, uma empresa de biotecnologia de Nova Iorque, está a desenvolver um tratamento que poderá proteger as pessoas de contrair o coronavírus. O tratamento utiliza anticorpos de ratos que foram geneticamente modificados com sistemas imunitários que simulam os de humanos. A empresa defende que poderá estar pronta para testes em humanos já em agosto.

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Johnson & Johnson

A Johnson & Johnson fez uma parceria com a Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA) para desenvolver tratamentos para a Covid-19. A gigante farmacêutica americana está a utilizar a sua tecnologia de uma plataforma de vacinas desenvolvida anteriormente para uma vacina experimental para o Ébola.

O seu capital está em risco. Isto não é um conselho de investimento.

Embora os especialistas digam que estamos, pelo menos, a um ano de termos uma vacina contra o coronavírus disponível para o público, entretanto, as ações destas empresas irão sem dúvida sofrer oscilações à medida que uma delas ganhe terreno no desenvolvimento da vacina. Não se esqueça de as adicionar à sua lista de vigilância para se manter informado.

O seu capital está em risco. Isto não é um conselho de investimento.

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